O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirmou em um relatório que a área plantada de algodão no Brasil em 2026 está estimada em 2.010.513 hectares, uma redução de 0,5% em relação à estimativa do mês anterior e uma queda de 6,2% em comparação com a área plantada do ano anterior. A produção estimada de algodão em caroço é de 8.793.287 toneladas, uma redução de 0,6% em relação à estimativa do mês anterior e uma diminuição de 11,0% em comparação com a produção do ano anterior.
O Índice de Gerentes de Compras (PMI) da indústria de algodão e têxteis da China foi de 58,68% em janeiro, um aumento de 3,18 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Entre os componentes, o índice de novos pedidos e o índice de taxa de operação continuaram a subir para níveis mais altos, enquanto o índice de volume de produção recuou ligeiramente, mas permaneceu acima da linha de expansão-contração.
Até às 24h de 11 de fevereiro, o peso verificado por notário para o ano algodoeiro de 2025 foi de 7,4772 milhões de toneladas. Desse total, 7,3768 milhões de toneladas foram verificadas em Xinjiang, um aumento de 1,0855 milhões de toneladas em relação ao mesmo período do ano anterior.
De acordo com os últimos dados divulgados pelo National Cotton Council (NCC) dos Estados Unidos, a área de plantio intencional de algodão nos EUA em 2026 será de 9 milhões de acres, uma redução de 3,2% em relação ao ano anterior. Desse total, a área de algodão terrestre será de 8,8 milhões de acres, uma queda de 3,4%, enquanto a área de algodão Pima será de 161 mil acres, um aumento de 14% em comparação com o ano anterior.
Relatório do USDA mostra que de 30 de janeiro a 5 de fevereiro de 2026, as exportações líquidas contratadas de algodão terrestre dos EUA para 2025/26 foram de 52,4 mil toneladas, uma redução de 8% em relação à semana anterior e 23% abaixo da média das últimas quatro semanas. As remessas totalizaram 42,8 mil toneladas, uma queda de 20% em relação à semana anterior e 10% abaixo da média das últimas quatro semanas.
Em 12 de fevereiro, as cotações nos portos principais da China registraram um leve aumento. O índice internacional de preços do algodão (SM) ficou em 73,50 centavos de dólar por libra, com alta de 0,83 centavos de dólar por libra, equivalendo a um preço de retirada no porto de comércio geral de 12.690 yuans por tonelada (calculado com tarifa de 1% e taxa de câmbio pelo preço médio do Banco da China, o mesmo se aplica a seguir); o índice internacional de preços do algodão (M) ficou em 71,85 centavos de dólar por libra, com alta de 0,92 centavos de dólar por libra, equivalendo a um preço de retirada no porto de comércio geral de 12.409 yuans por tonelada.
De acordo com estatísticas de uma agência norte-americana, a área de plantio intencional de algodão nos Estados Unidos em 2026 será de 9,005 milhões de acres, uma redução de aproximadamente 3% em relação a 2025. O setor aguarda a publicação do relatório de intenção de plantio de algodão da NCC.
Em janeiro, a importação vietnamita de algodão foi de 152 mil toneladas, uma redução de 3,0% em relação ao mês anterior, mas um aumento de 17,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O algodão dos Estados Unidos continuou sendo a principal origem, seguido pelo algodão do Brasil e o da Austrália em terceiro lugar.
A análise de previsão de oferta e demanda do USDA em fevereiro indicou que as exportações de algodão do Brasil no ano 2025/26 devem atingir 14,5 milhões de fardos, um aumento de 1,5 milhão de fardos em relação ao ano anterior, estabelecendo um recorde pelo terceiro ano consecutivo. Espera-se que as exportações de algodão do Brasil em 2025/26 cresçam 6% em relação ao ano anterior, com os principais aumentos provenientes da China, Bangladesh, Turquia e Índia.

